O reflexo da dualidade no diálogo interno dos Selfs (Eus): Self 1 e Self 2

Diabinho_Anjinho

Já aconteceu com vocês de perceberem um diálogo interno entre uma emoção forte ou uma intuição e um pensamento lógico? Por exemplo…Você chega num lugar, vê uma pessoa que você não conhece e mesmo se ela não te atrai em nada fisicamente, você se sente impelido a falar com ela. Nesse momento uma voz interna (ou sentimento) te diz “quero conhecer essa pessoa agora!” enquanto outra voz está a te dizer “o que você está fazendo? Essa pessoa não te atrai em nada. Ele nem bate com o seu gosto pessoal. Você nem a conhece. Quem disse que ela vai ser receptiva com você?”

Isso nos lembra da representação do anjinho e do diabinho, cada um murmurando em sua orelha um conselho diferente, não é mesmo? Mas e se eu dissesse a vocês que esse diálogo interno realmente existe? Pois então, é disso que iremos falar hoje: os diálogos internos ou o jogo interior, como foi denominado por Timothy Gallwey. Conhecer o diálogo interno entre nossos Selfs ou Eus nos ajuda muito a mudar nossa percepção do mundo, nossas performances e nosso aprendizado. Mas antes de falarmos diretamente do assunto, vamos compreender melhor nossa dualidade interior.

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Coaching – Como gerenciar frustrações e insatisfações?

Coaching - Mude suas insatisfações

Bom dia meu caríssimo leitor  🙂

Como você se sente hoje? Se você se sente maravilhosamente bem, isso é ótimo e eu desejo que você possa contagiar outras pessoas ao seu redor. Por outro lado, caso você responda “Sim” a qualquer uma das questões abaixo, esse artigo pode te interessar:

1. Você se sente um peixe fora d’água?
2. Você gostaria de quebrar as tendências e mudar o rumo da sua vida?
3. Você está frustrado com algo em sua vida?
4. Você está globalmente insatisfeito com suas coisas?

Caso você entre em um desses casos acima, o objetivo desse artigo é dar algumas dicas de Coaching para mudar o rumo das realizações para satisfatórias e positivas.  🙂

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Life Coaching… O que é? Para que serve?

Life Coaching


Hoje tive uma coincidência engraçada que me fez pensar… Essa semana eu comentei com meus amigos em tom de alívio que eu tinha acabado com a reforma do meu consultório de Coaching e Terapias aqui em Campo Grande (MS). Três desses amigos me fizeram exatamente a mesma pergunta: “Otávio, você é coach? Ótimo, então me explica o que é Coaching…” Acabei me dando conta de algo… Percebi que sempre escolhi profissões com nomes estranhos. Rsrsrsrsrs… E olha que não fiz de propósito… Vou explicar…

Quando eu tinha 23 anos e explicava para minha família que eu era engenheiro mecatrônico… eles diziam: “Meca o quê? Quê isso menino?” Tive a mesma sina com a etnometodologia anos depois. Em seguida foi a vez das ciências actuariais e depois a osteopatia. Cada vez que agreguei uma profissão a mais, tive de explicar pros amigos e parentes do que se tratava aquele termo estranho que designava minha profissão. Como hoje sou Coach, então é com grande prazer que falaremos hoje um pouco sobre o Life Coaching… Além de esclarecer a alguns amigos, pode também ser útil a nossos caros leitores 🙂

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“Dois pesos, duas medidas” gerando incompreensões nas relações humanas

Brass Scales Of Justice Off Balance, Symbolizing Injustice, Over White




Durante as seções de Coaching tenho percebido um aspecto que, apesar de ser aparentemente natural, acaba sendo contraditório e ainda impacta negativamente a compreensão de um sobre o outro nas relações. A maioria de nós, seres humanos, no seu primeiro impulso, analisa e julga o mundo com um método “dois pesos, duas medidas”.

O ser humano está sujeito a erros quando interpreta situações e essa tendência é ainda maior quando ele faz muitas suposições. Já perceberam que as pessoas, de maneira geral, no primeiro instante, julgam a si mesmas pelas intenções, mas julgam os demais pelas interpretações de suas ações?

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Vivendo no Presente

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Gostaria de dedicar esse post de hoje sobre a importância de se viver no presente. Percebo que muitas pessoas alimentam problemas ou dificuldades em suas vidas simplesmente por estarem com a cabeça focada no tempo errado.

Comecemos pelo passado. Como o próprio significado da palavra já diz, o passado já passou. Não podemos construir nele. Se ficarmos presos a velhos padrões de pensamentos ou a emoções passadas, teremos tendência a não nos libertarmos para construir uma nova realidade no presente. Pessoas presas ao passado tem maior tendência a sentir culpa, tristeza, arrependimento e a entrar em estados depressivos. Carregamos as consequências de nosso passado em nosso presente, mas somente podemos agir no presente. O que podemos fazer no presente é mudar os registros emocionais, nossas reações e atitudes quando pensamos no passado.

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