Desmistificando as faculdades paranormais com a física quântica

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Oi pessoal… Hoje iremos falar de assunto bem interessante, mas um pouco polêmico. Falaremos das faculdades paranormais e suas conexões com a física quântica.

Antes que alguns pensem que vamos tratar de crenças populares, de coisas místicas ou religiosas ou outras coisas sobrenaturais e em contradição com a natureza, gostaria de informar que se trata justamente de algo natural, em total coerência com o universo e a física quântica já explica muitos desses fenômenos.

Como vimos no artigo “A realidade da realidade”, aquilo que percebemos com nossos cinco sentidos passa por nossa interpretação e molda nossa visão de mundo e de realidade. Nossas interpretações são baseadas não apenas em nossas experiências de vida, mas também no senso comum, que pode ser formado a partir de informações apoiadas nas mídias, nas ciências e nas crenças religiosas. Quanto mais a pessoa tem a mente aberta para adquirir novos conhecimentos e quanto mais disposta ela está para quebrar paradigmas, mais ela abre sua percepção da realidade (ou das realidades).

A paranormalidade nada mais é que a capacidade de se manipular diferentes níveis de frequências em diferentes percepções da realidade. Seria um controle sobre os campos e vibrações de partículas em diferentes níveis. Mas para que possamos manipular alguma frequência, ela precisa, num primeiro instante, já ter sido mapeada e identificada pelo nosso cérebro. Uma das funções do nosso cérebro é mapear e identificar frequências, mas o seu “campo de atuação” depende daquilo que é considerado com sendo “real e possível” dentro do subconsciente. Dito de outra maneira, aquilo que não existe na minha concepção de realidade e visão de mundo não será mapeado e identificado pelo meu cérebro. Pessoas formatadas por visões de mundo rígidas e fechadas não abrem espaço para novas realidades, pois cercam seu subconsciente com crenças limitantes. Essas terão mais dificuldade de desenvolver tais faculdades.

Por exemplo, se uma pessoa consegue alterar as frequências da estrutura atômica e consegue atravessar ou ver através de uma parede, isso quer dizer que antes dela conseguir desenvolver essa habilidade, seu subconsciente já considerava isso como sendo possível.

Através de algumas experiências ligadas à física quântica, alguns laboratórios chegaram a resultados e conclusões bem interessantes. Alguns deles:

1 – O coração e a pele humana geram fluxos de carga elétrica que criam campos eletromagnéticos. Esses campos eletromagnéticos são direcionados pelas glândulas pineal e pituitária e são amplificados pela vibração de mini-cristais que se encontram em nosso plasma sanguíneo. Esses campos influenciam nas partículas ao nosso redor.

2 – Somos todos criadores da realidade e não apenas observadores. Nós influenciamos as partículas ao nosso redor quando interagimos com elas. A experiência da dupla fenda nos demonstrou que o fato dos cientistas conhecerem os parâmetros da experiência fez com que o comportamento das partículas fosse influenciado por eles.

3 – Partículas que uma vez já estiveram em contato, mesmo depois de separadas, continuam a sofrer efeitos de ressonância uma na outra. Essa conclusão decorre de outra experiência que consistiu em separar dois fótons que uma vez estiveram unidos a 22 km de distância de um no outro. Observou-se que ao estimular um dos fótons, o outro reagia também como se estivesse recebendo o mesmo estímulo.

4 – O DNA humano sofre alterações em função das emoções sentidas e ele influencia o comportamento das partículas a seu redor. Uma experiência demonstrou que ao colocarmos uma amostra de DNA humano num vidro contendo somente fótons, os fótons se alinhavam à forma do DNA humano. Outra experiência demonstrou que as emoções humanas alteravam o estado do DNA fazendo com que ele ficasse mais relaxado ou mais tenso segundo o tipo de emoção que o indivíduo sente.

Após ter analisado os resultados dessas quatro experiências, o pesquisador Gregg Braden concluiu que os pensamentos e sentimentos geram campos eletromagnéticos, que influenciam as partículas agindo como construtores da realidade. Em nosso Post sobre os “Campos Biomagnéticos“, também falamos um pouco disso.

Sendo assim, um indivíduo que direciona seus pensamentos e sentimentos de maneira consciente é capaz de aprender a modificar também conscientemente a realidade (ou as frequências das partículas que compõem a realidade). E como um indivíduo consegue desenvolver isso? A resposta é simples: com perseverança e treinamento. Se o seu cérebro acredita que algo é possível e você tenta treiná-lo a identificar o caminho que torna isso possível, ele será capaz de achar as frequências necessárias que farão as partículas que constroem a realidade serem capazes de alterá-la.

As faculdades paranormais são então frutos de um processo consciente ou inconsciente de treinamento e estão acessíveis a todos. Paranormalidade não é nada de sobrenatural. São extensões naturais dos nossos sentidos, quando existe abertura de consciência. Já dizia Santo Agostinho que “os milagres não são uma contradição da natureza, mas daquilo que conhecemos da natureza”.

Basta conhecer para compreender e desmistificar, aumentando a percepção e diminuindo crenças limitantes.

Com treinamentos adequados e sob a luz da física quântica o que é visto como sobrenatural e paranormal pode se tornar natural e normal.

Um abraço fraterno a todos